A luta continua e, pelo visto vai continuar. Dia primeiro de dezembro é comemorado o dia mundial da luta contra a aids, até aqui considerado o mal do século. Muitos, entre anônimos e famosos já nos deixaram vitimados por essa doença a qual a ciência vem lutando para arranjar desesperadamente uma cura. Os avanços foram importantes, pois comparando o que ocorreu na década de 80, temos como exemplo o inesquecível Cazuza, símbolo dessa luta, para a atualidade muita coisa mudou e pelo menos um fio de esperança surgiu. Contudo, apesar de campanhas, esclarecimentos e outros trabalhos voltados para combater não o vírus da doença, mas como o maior mal de todos que é o preconceito, as autoridades têm enfrentado uma imensa dificuldade. Vai e vem geração, porém o preconceito prevalece. Já culparam homossexuais, mulheres da vida, heteros, pessoas da terceira idade, enfim ninguém foi poupado na classificação do grupo de risco e o pior é que todos de toda camada e raça morreram e estão morrendo vitimados pela Aids. Segundo pesquisas, considerado grupo de risco atualmente é o jovem na faixa etária dos 15 aos 24 anos. Ainda de acordo com a pesquisa, esse grupo tem praticado sexo sem segurança, apesar das campanhas de prevenção. O Presidente Luís Inácio Lula da Silva recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) pelo papel de sua gestão no combate ao HIV. Só no Brasil, segundo estatísticas, são aproximadamente 630 mil pessoas infectadas com o vírus, entretanto, para o presidente, a doença está estabilizada no Brasil. Afinal, o que fazer para erradicar definitivamente esse mal? Seria ele o responsável pelo final da humanidade? Os cientistas continuam buscando a cura, os doentes mantém acessa a esperança e os preconceituosos discriminando cada vez mais, enfim, estamos em meio a uma guerra de combate a Aids e ao preconceito. Por mais que sejam realizadas campanhas de conscientização, parece que uma camada da chamada burguesia, nesse caso, a burguesia podre, insiste em fazer vista grossa. Seria necessário convocar as forças armadas, da forma como foi feito para combater o tráfico na Vila Cruzeiro e Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, para detonar esses preconceituosos? Temos sim, que nos unir e juntos buscar uma solução para evitar a proliferação da Aids. A luta continua!


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