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Cabo Frio, Rio de Janeiro, Brazil
Alguém, cuja sensibilidade ultrapassa os limites e não se limita em escrever o que sente.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ontem, hoje e sempre.


O que difere um gay de antigamente com o atual? É uma pergunta um tanto quanto distinta para se responder, mas dentro do meu raciocínio tentarei postar aqui uma ótica pessoal. Bem, a começar que antigamente o movimento gay era bem mais discreto e não rendia tanto espaço na midia e, por ser assim era bem mais prazeroso, muitos curiosos buscavam prazeres libertinosos e proibidos por debaixo do pano. Lembro-me nostalgicamente dos coletivos lotados e das esfregações de hetéros independente do sexo, bastava olhar de cara feia para um deles era motivo para colar propositamente no traseiro de quem quer que fosse, quando alguns repudiavam num tremendo bate boca e outros se deliciavam. Vamos colocar aí as décadas de 70 e 80 quando ter uma opção sexual reprimida pela sociedade era uma especie de agressão aos bons costumes. Não se falava em casamento gay, por mais que pessoas do mesmo sexo vivessem juntas. De certa forma o homossexual era respeitado, por maior que fosse a discriminação.Havia lugares próprios para sua manifestação, a midia não via isso como retorno e nem produto comercial. Com o passar do tempo o assunto foi evoluindo, graças a costureiros famosos e outros artistas que fizeram de tudo para atrair a atenção pública. Conseguiram! Hoje, existe uma banalização no assunto e o gay foi transformado num produto de retorno a curto prazo. Alguns tentam a herança de gays que se tornaram notáveis, mas de certa forma pouco sabem o que é ser um gay de verdade. Os gays atuais acham que o fato de ter prazer com pessoas do mesmo sexo é o óbvio para ser considerado gay. Existe uma controvérsia nisso tudo. Há os chamados "tios" ou "mariconas" como eram chamados os gays idosos que têm histórias e histórias do submundo da promiscuidade masculina. O gay de certa forma vivia em busca de homens de verdade. Hoje, não generalizando, a midia classifica todos como gay. Daí as revistas voltadas para esse público pegam como prato cheio, fazem fotos de capa e ganham quantia absurda de dinheiro. Por outro lado, o mundo tecnológico leva a lares obscuros os mais variados prazeres, daí fica dificil saber se quem está do outro lado é homo ou hetero, porém todos estão de algum modo se deliciando com tão proibido e renegado prazer gay. Contudo, quem admite que tem essa curiosidade ou que pratica isso? São mais de discriminar o gay quando se sentem ameaçados ou ridicularizá-lo. Alguns buscam assuntos idiotas e imitam treijeitos gays, quando na realidade existe em seu interior uma vontade de agir daquela forma. Outros liberam suas fantasias no carnaval ao se fantasiar de mulher, aproveitar da farra para esfregar-se em outro macho, enfim, tudo o que o sistema classifica de atos libertinosos, eles praticam nessa ocasião onde tudo pode. Engraçado que eles, os chamados héteros podem tudo, por outro lado, os perseguidos homossexuais são esculachados, por que ? Talvez se voltassemos a um passado não tão distante e colocasse o gay em sua realidade, digamos que haveria sim um enorme respeito. Mas, enquanto essa garotada que está descobrindo essa forma de prazer tão peculiar no submundo hetero tocar os trombones e puxar os holofotes para sí, a tendência é aumentar cada vez mais a discriminação. É o velho ditado: "Cada um com o seu cada um". Não compete a essa nova safra de meninos alegres querer dominar o universo! Bem antes deles nascerem, um grupo bem mais coeso povoou isso aqui e fez histórias. Eles apenas herdam o que já foi escrito. Precisam entrar na faculdade da vida e aprender mais sobre o que é ser um gay de verdade! Que venham inúmeras passeatas, tantos outros movimentos, pois de certa forma a mídia quer isso. Não precisa viver dentro do armário, mas é preciso ter dignidade e saber ocupar o espaço de sua condição sexual. Ser gay não é ferir pincipios, mas estabelecer regras para ser respeitado. O gay de hoje jamais será um de ontem. Portanto, aos novinhos que estão chegando com todo o gás, fiquem atentos e procurem aprender com os mais velhos!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O preço da fama

           Cristina Mortágua e seu filho Alexandre
Quem sabe dizer quanto custa a fama? Bem, entrando na onda dos inúmeros reality´s há vários preços, o mais recente atualmente custa cerca de R$ 1,5 milhão ao vencedor, mas até ele chegar a esse patamar sua imagem está sendo utilizada pela emissora e, a partir daí ele vai simplesmente vivendo dos "louros" da fama. Porém, retornemos ao preço da fama. Numa década não muito distante, foi descoberto que a maior mina de ouro eram os chamados pagodeiros, que com seus pagodes chorosos, poluiam as emissoras de rádio e canais de tvs exibindo cordões, pulseiras e anéis de ouro, atiçando aí o ensejo de muitas "Marias Pagodeiras" correrem atrás para então arrumar barriga, garantir um futuro promissor, não para os filhos bastardos, sim para elas e, escandalos em cima de escandalos. Contudo, os chatos e repetitivos pagodeiros não vingaram, daí partiram com tudo para os coitados dos baianos que com seus requebrados tirarvam o fôlego da mulherada, mas como o baiano de certa forma não se liga muito nessa coisa de paixão avassaladora, as famosas "Marias" tiraram o time de campo e partiram com toda força para os campos de futebol. Foi uma imensa descoberta e a partir daí surgiram as "Marias Chuteiras". Muitas pegaram carona nessa onda através de grandes craques e se promoveram tomando conta da mídia, capas de revistas masculinas, etc. Fora os escandalos envolvendo esses mesmos craques. Algumas conseguiram frutos desses relacionamentos relâmpagos e hoje pagam caro por uma fama meteórica. A bola da vez é a ex-modelo (modelo?) Cristina Mortágua que há dezesseis anos atrás envolveu-se em um escandalo com o ex-jogador Edmundo, o Animal como era conhecido e, desse escandalo teve um filho. Segundo informações, a Mortágua vive atualmente da pensão, leia-se do filho que teve com Edmundo. Só que o tempo passa, a midia esquece muita gente e claro, ainda mais determinadas modelos. Não foi diferente com a moça que hoje, aos 41 anos, pelo que parece, mostrou-se completamente descompensada ao aparecer na midia, após ter sido acusada, segundo jornais, seu filho, a empregada e também ter tentando agredir uma delgada. De acordo com declarações do seu filho ao delegado e a mídia, a ex-modelo sofre de bipolaridade, passa o tempo diante do computador em redes sociais e comendo bastante, além disso, ainda segundo o jovem, Cristina vive sob o dominio de remédios controlados que consegue comprar as escondidas através do auxilio de amigos. De fato é um caso muito sério mesmo! Em declaração a jornalistas, a modelo disse, segundo um site de noticias, que o motivo da agressão ao seu filho foi pelo fato do mesmo ser usuário de drogas. O barraco não pára por aí. O adolescente alegou que fez exame toxicológico e, jura que não é usuário de qualquer tipo de droga, por outro lado, ainda de acordo com esse site, ele havia admitido que era gay! Teria sido esse o motivo que levou a ex-modelo a partir para a agressão contra o filho? Em 2010 a dupla atraiu a atenção dos conservadores, da midia e quem mais interessasse através de um ensaio para lá de sensual onde ambos se acariciavam e trocavam um selinho sem quaisquer outras intenções. Claro que isso para quem está de plantão e vive buscando fuxico foi um prato cheio. No momento, o banquete está sendo a declaração do jovem em assumir sua condição sexual. Afinal, qual é a posição do pai, o ex-jogador Edmundo, hoje comentarista de futebol de um canal de televisão, diante desse escandalo que envolve uma de suas crias? Seria sina ou carma desse excelente ex-craque que muitas alegrias e, claro, escandalos nos deu? Sim, quem não lembra do atropelamento provocado por Edmundo? Do irmão dele que era envolvido com o tráfico? Enfim, foram vários folhetins policiais e, agora o escandalo envolvendo seu filho. A midia, de modo geral, pega no calcanhar o ex-jogador, pois a ex-modelo não tem tanto destaque quanto ele. Torço para que tudo termine bem, que a Cristina Mortágua encontre seu caminho e viva em paz. Quanto ao seu filho, espero que ele consiga sobreviver meio a esse desafio, manter-se firme e de forma alguma desistir do seu propósito. Vamos aguardar também a postura do ex-jogador Edmundo em relação, não a modelo, mas ao seu filho! Como custa cara a fama! Viu ou não?!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A midia nossa de cada dia


Cada dia que passa mais fico surpreso com os chamados novos repórteres, principalmente os que trabalham em rádio. Sem ser jurássico, mas lembro-me muito bem que há algum tempo atrás a imprensa era levada à sério, apesar da censura. Hoje, apesar de toda liberdade, alguns "jornalistas" como são classificados atualmente, brincam de fazer noticias e, o pior, muita das vezes distorcidas. Vivo em Cabo Frio, lindo balneário no interior do Rio de Janeiro, onde são cerca de 160 mil habitantes fixos e alguns milhões de turistas flutuantes a cada chamada alta temporada. Pois que bem, nessa cidadezinha, que fica a 159 km da capital, existem três emissoras de rádios de frequencia modulada (leia-se FM), duas AM e quatro canais de Tvs locais. Meu Deus, é de arrepiar o que se apresentam por aqui. Infelizmente, temos que chamar a atenção dessa turma que de certa forma denigre a imagem de uma profissão tão bonita e respeitada. Tenho plena certeza de que não é falta de profissionais, porém o desinteresse dos chamados donos dessas emissoras em investir com seriedade no ramo e tratar a profissão como é devida. No meu tempo, vamos nos reportar a década de 80, recordo-me que a preocupação do meu diretor e dono da então emissora da qual eu trabalhava, era de antes de levar a noticia ao ar, a equipe tinha que fazer uma apuração bem detalhada em várias fontes, até ter a certeza de que o fato era verídico. Hoje, se a gente analisar direitinho, cada um fala do mesmo assunto de formas diferentes. A concorrência, é claro, aumentou. Ganha quem sai na frente, mas sair na frente com noticias inveridicas, ninguém merece. Na tal cidadezinha em que moro, já "mataram" de forma mentirosa, várias pessoas, sendo que na realidade os personagens mortos por esses jornalistas estão distribuindo saúde. Assaltos então são exacerbados. Não conseguem passar a noticia de acordo como ela é. Fico ruborizado de raiva quando ouço ou vejo na telinha dublês de jornalistas. Pergunto: Onde está o sindicato dos jornalistas que não vê isso e nem dá um basta nessa balburdia? Colocar grandes profissionais com experiência de causa ninguém quer em função do investimento, nem mesmo quem conhece do assunto que trabalhou na época em que não havia nas faculdades cadeiras para a profissão, como no meu caso, tem direito de trabalhar, pois o tal do sindicato vem com tudo em cima exigindo nivel superior. Pergunto: Do que adianta ter nivel superior se na prática é essa falta de respeito para com a profissão? Pelo amor de Deus, vamos organizar essa bagunça, pois não merecemos conviver com isso! Se não sabe falar, o melhor é ficar de boca fechada!!!! Fui!