Declarada com todas as letras a Guerra Urbana no Rio de Janeiro, cidade sede da Copa de 2014. Policia dando cabeçada e bandidagem dando as cartas com todo poder de ataque coordenado ou não. Sociólogos, antropólogos, analistas, entendidos no assunto entre outros vão expondo seus pontos de vista diante do trágico quadro que se abate sobre a metrópole, contudo enquanto permeia esse impasse a população sofre meio ao fogo cruzado. São inocentes perdendo a vida sem saber por qual motivo, outros entregues a própria sorte sobre os leitos dos precários serviços de atendimento de saúde pública que diante do terror da guerra branca se vê obrigada a fazer pelo menos o óbvio para salvar a vida dos atingidos por balas perdidas. Até a publicação dessa postagem eram 21 mortos, segundo noticiários, acontece que não sabemos quantos mais serão vitimados desse confronto desenfreado dos fora da lei contra a sociedade. A policia continua atuando dentro de suas possibilidades. A autarquia orienta a população a não se render diante da ousadia do tráfico e prosseguir em sua rotina. Como dá continuidade ao dia a dia se nem sabemos se vamos ter condições de retornar para casa após um dia de trabalho? Como não ser confundido ou visto como mais um fora da lei por policiais (alguns despreparados) e assustados com essa onda de violência? Daí a violência dos marginais contra o Estado e a violência da policia contra a sociedade, fazendo com que violência gera violência. A verdade é que estamos encurralados, acompanhando atônitos aos acontecimentos e torcendo para um grande final, claro, com a vitória da policia. Em meio ao terrorismo uma polêmica: a questão dos renomados chefes do tráfico em presidio de segurança máxima levarem um particular com os seus advogados e, a transferencia para outros presidios alcunhados também de segurança máxima, só que mais distante da população. Será que toda essa providência inibiria os atos e as atitudes desses bardeneiros? Há de convir que dentro de mais alguns dias não teremos cadeias suficientes para tanto deliquente. A verdade é que toda a cidade do Rio de Janeiro está em pânico diante dos últimos acontecimentos.


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